Considerando que o trabalho é um direito de todo cidadão e que, um tempo significativo de nossas vidas transcorre no desenvolvimento de atividades profissionais, o mercado movido pelas questões de sustentabilidade social tem hoje o desafio de rever conceitos, ampliar o olhar no sentido de construir uma cultura mais inclusiva e, portanto, mais diversa e sustentável.

Revisitar os conceitos de igualdade, padrões definidos e conceitos de normalidade nos ajudará a refletir que cada indivíduo é único por conta de seu conjunto de características e que estas não podem, em nenhum momento ser razão de exclusão. Por outro lado a participação de cada indivíduo é essencial para a construção de espaços de trabalho cada vez mais criativos, humanos, funcionais que consigam atender a todas as demandas de produtos e serviços que a sociedade necessita.

A não aceitação das diferenças de credo, raça, cultura, orientação sexual, condição física, intelectual ou mental infelizmente tem contribuido para o desperdício de talentos e competências tão necessárias ao mundo corporativo.

Diante de tudo isso, seria utopia pensar em uma “sociedade para todos”? Parece que a humanidade está finalmente refletindo seriamente que nunca fomos iguais. Somos e sempre seremos diferentes.

TAMANHO DA LETRA